Isso me vem de impulso
o peito se projeta e vomito a tinta preta sobre o papel
O contraste me lebra a obra de Beardsley
Por que será, então, que Kandinski não me sai da cabeça?
À luz da lua tudo se torna mais colorido e sincero
Deve ser o som da aquarela, quando o carvão rabisca o canson
e o colorido do arco-íris rasga a cor da chuva
Nota: em tudo há uma música
No vermelho toca um solo de sax, ou será trompete?
No azul são os violinos... e o rosa? Ah! Este é do carnaval
Mas quando colocamos o preto no branco
Ouvi-se o som do piano

Nenhum comentário:
Postar um comentário